sexta-feira, 10 de maio de 2013

conhecimento

A gente vai acumulando tanta coisa na vida que vai engordando. Ao invés de parar de adquirir, que tal reciclar, jogar fora coisas velhas. Sempre há tempo para novas lembranças.

quarta-feira, 29 de junho de 2011


Ontem foi um dia difícil. Acho que isso era tudo que eu queria dizer.
Fez um ano e continuo na mesma mesa, com os mesmos trabalhos, com as mesmas agonias, com os mesmos "alguns importunos colegas". A diferença é que fez um ano que você não senta aqui pra conversar.
Um abraço. Daqui pra algum lugar.

terça-feira, 21 de junho de 2011

estação

quisera eu me jogar daqui
bem rapidinho
um instante de quase nem perceber
daqui pra outro lugar
sem volta sem adeus
um oi por lá talvez
mas aqui não mais
um pulinho seria rápido demais
quero me jogar suave
ir deitando leve
ver fumaça em mim
me jogar vapor
com o inverno de hoje
não mais outono
sem as folhas que me encantam
e as desse ano tão poucas
ah, outono, mal lhe aproveitei
quisera eu me jogar daqui
e cair em outono
e depois em outono

segunda-feira, 2 de maio de 2011

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Se o texto é difícil, imagine então o título

E querem mesmo saber porque eu ainda escrevo de vez em quando? Porque as palavras são como uma caixa de lembranças. Eu leio meus antigos textos e a imagem que me fez escrevê-los retorna, mais transparente do que nunca.
Aí me pergunto por que parece que quero esquecer certos relâmpagos de vida. Por que não escrevo mais. Não vou citar falta de tempo. Poderia citar preguiça, e bem citada. Mas ainda preciso de desculpas.
Esse negócio de palavras não me vem mais à cabeça. E, quando escrevo, acho tão lixo, assim como essa palavra lixo. Lixo.
É difícil pra mim admitir o quanto sinto falta e o quanto sou totalmente culpada por essa falta.